terça-feira, 8 de abril de 2014

Focados nos estudos!







Alunos da Turma 113 trabalhando com o excelente material do autor Fábio Mendes (Iniciação Científica para Jovens Pesquisadores).

É isso aí, pessoal! Adquirir o conhecimento é algo valioso! Não percam a oportunidade!
Valeu, profe Lú!

Abraço,

Profe. Cíntia Maciel

Dinâmica: Fábrica de barcos - Turma 113







Alunos da Turma 113 atentos à produção dos barcos!

Parabéns aos alunos e à competente profe Lú!

Abraço,
Profe. Cíntia Maciel

DINÂMICA - Corrida de pés amarrados - Turma 112



Turma 112 concentrada na dinâmica!

Estratégia é tudo!!! Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.

Atividade sob o olhar atento da profe. Lu!

Abraço,
Profe. Cíntia Maciel

Dinâmica: Fábrica de barcos - Turma 112





Alunos da Turma 112 envolvidos na atividade: Fábrica de barcos!

Parabéns, galera! Parabéns, profe. Lú!
Ótimos trabalhos!!!!!

Abraço,

Profe. Cíntia Maciel

terça-feira, 18 de março de 2014

Estratégia é tudo!

Turma 213

Texto trabalhado antes da realização da dinâmica: "Pés amarrados".

ESTRATÉGIA

Um senhor vivia sozinho em Minnesota. Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão. O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:

"Querido Filho, estou triste pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava flores e esta é a época do plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão. Com amor, Seu pai."

Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:

"PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos."

Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de Agentes do FBI e Policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.

Esta foi a resposta:

"Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento."

Estratégia é tudo!!! Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.


Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.


"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional."


Questões - Após a dinâmica:

1. Que estratégia (ou estratégias) você utilizou para desenvolver a atividade proposta? Justifique sua resposta.
2.  Houve alguma resistência por parte do grupo? Explique seus argumentos.

Algumas "falas" dos alunos:

1. Nós sincronizamos os movimentos dos pés antes da largada para não perdermos tempo.
2. Não houve resistência por parte do grupo, todos entraram em acordo.
(Daniel) 

1. A estratégia que usamos foi a seguinte: os que estavam nas pontas tinham um pé livre e davam o primeiro passo, depois o pé amarrado, guiando o colega, e assim sucessivamente.
2. Não houve nenhuma resistência. Todos aceitaram a estratégia e conseguimos concluir a tarefa.
(Wellynton)

 1. Resolvi saltar. Pensei que assim poderíamos ter passos mais sincronizados, porém isso não ocorreu. Teve gente que saltou mais longe que os outros. Acho que isso atrapalhou um pouco.
2. Todos concordaram com a estratégia.
(Thelissa)


1. Nosso grupo usou fazer da seguinte maneira: amarrar uma ponta do cordão em cada perna, para assim facilitar a caminhada e o movimento das pernas. Por isso, no nosso caminhar tivemos que dar passos pequenos e rápidos.
2. Houve resistência, pois eu dei a ideia de caminharmos rápido e com pequenos passos, mas alguns disseram que era melhor andar de lado ou carregar alguns no colo. Eu insisti com a minha ideia, e todos aceitaram. Assim, a tarefa foi um sucesso.
(Geovane)

1. Nós utilizamos a estratégia de todos pularem ao mesmo tempo, assim um não seria mais rápido que o outro.
2. A Júlia deu a ideia de todos nós pularmos e a estratégia foi aceita pelo grupo.
(Arilson) 
 
1. Meu grupo adotou uma estratégia bem mais produtiva para a competição. Notamos que mesmo com as pernas amarradas, poderíamos levantar o colega do lado e correr. Como éramos em quatro, cada um teve uma pontinha de ajuda. Assim, dois foram no colo. Fomos em pares, mas com os pés juntos.
2. O grupo foi participativo, todos ajudaram e concordaram com a ideia. O primeiro lugar foi resultado da união do grupo.
(William) 


Abraço,
Profe. Cíntia Maciel

quinta-feira, 13 de março de 2014

DINÂMICA - Corrida de pés amarrados

 Grupo 1: Aline, Agnes, Bruno, Natália e Cléber

Grupo 2: Matheus, Sabrina, Camila e Andressa

 Grupo 3: Daniele, Jéssica, Kathleen e Edimilson

 Grupo 4: William, Christian, Álisson, e Márlon

 Grupo 5: Henrique, Rodrigo, Wellinton, Amanda e Diego

Grupo 6: Denise, Tatiane, Rafaela e Diogo

Mais uma vez a Turma 313 foi mega participativa!
Adorei, galera! Vocês são demais!

*Atividade desenvolvida: Em grupos (quatro integrantes), com os pés amarrados. 
Desafio: Percorrer o caminho determinado pela professora, sem arrebentar o barbante. Realizar a travessia no menor tempo possível.
A dinâmica tem por objetivo o trabalho em grupo, a visão individual e de grupo a respeito de buscar alternativas para desafios que surgem no decorrer da atividade.


Relatos dos Grupos sobre a atividade desenvolvida:
Grupo 1: 
Essa atividade teve como maior objetivo ver como os grupos cooperam uns com os outros, como se relacionam com os colegas e consigo mesmos.
No entendimento do grupo, essa dinâmica serviu para observar se as pessoas sabiam agir com cautela e paciência, mas acima de tudo, a coordenação e trabalho em equipe. 
Enfim, a brincadeira foi para avaliar a nós mesmos e concluirmos que sem trabalho em equipe não conseguimos chegar em nosso objetivo e isso está relacionado ao Seminário Integrado, pois é isso que vamos fazer o ano todo.

Grupo 2:

Comunicação, foco, união...
A atividade foi complicada, porque precisávamos de algo que fosse bom pra todos, e para isso, foi necessário comunicação, ter calma, muita responsabilidade e foco para chegarmos ao nosso objetivo.
Disso tudo, ficou a lição de que precisamos uns dos outros e que se pensarmos juntos, agimos melhor!
Grupo 3: 
A atividade de Seminário Integrado foi muito interessante, engraçada e um pouco cansativa. na brincadeira, a parte mais difícil foi a concordância dos passos, de caminharmos ou pularmos juntos, e também dos barbantes, que arrebentavam muitas vezes. 
Em duplas, a brincadeira ficou mais fácil, porém cansativa, pois em pares conseguimos nos locomover melhor. 
No fim as pernas estavam doendo por causa dos barbantes, mas a brincadeira foi produtiva.
Grupo 4:
A atividade praticada na quadra foi bastante divertida e também cansativa.
Um aspecto positivo foi a capacidade de trabalharmos em grupo. Rendeu bastante. Todos contribuíram para bolar a melhor estratégia.
Não conseguimos "ganhar", mas o que realmente valeu foi a diversão. 
Cansamos e suamos muito!

Grupo 5: 

A tarefa que a nossa linda professora nos passou em grupos, na nossa opinião, foi muito complicada, pois tínhamos que cuidar uns dos outros para conseguirmos seguir em frente, e se por acaso, um de nós ficasse para trás, tínhamos que voltar. O que nos fez refletir sobre a importância de estarmos juntos e em equilíbrio.

Grupo 6: 

No início da atividade em grupo tivemos dúvidas sobre como desenvolver o caminhar em sintonia, diversas ideias surgiram, mas a que prevaleceu foi a de arrastar os pés no chão.
Durante o percurso, algumas falhas individuais fizeram com que o barbante não suportasse, assim voltamos ao início e recomeçamos o trabalho, procurando mais agilidade e corrigindo nossos erros.
Por fim, já alertados dos erros que poderiam ocorrer, tivemos cautela e seguimos até o fim da jornada.

Galera!

Conforme falamos em aula... nossas aulas serão mais ou menos assim: uma corrida de pés amarrados. Por vezes teremos dificuldade, mas se acertarmos o passo, todo e qualquer obstáculo será superado e nossos objetivos serão atingidos com sucesso.
A caminhada será cansativa, mas será prazerosa também. Pois o que ganharão com tudo isso, ninguém nunca vai tirar de vocês. Sabem o que é? CONHECIMENTO! 

Abraço,

Profe. Cíntia Maciel



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

DINÂMICA – Fábrica de Barcos

Turma 313 - Noturno
 Realizando a atividade proposta na aula de Seminário










Empresas e barcos criados pelos grupos

 Empresa de barcos: DMNS Transportes

 Empresa de barcos: Frota Branca

 Empresa de barcos: AQUA Transportes S.A

 
 Empresa de barcos: BO´S Navegantes

  Empresa de barcos: SOS serviços

Empresa de barcos: AveR Navios

 Empresa de barcos: ADDR

Atividade realizada na primeira aula de Seminário Integrado - Turma 313.
(Adaptação da dinâmica: Fábrica de Barcos)

Fonte: Dinâmicas Passo a Passo

Abraço,

Profe. Cíntia Maciel

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Professor Orientador


O mundo está mudando e isso está ocorrendo a uma velocidade sem precedentes na evolução histórica da humanidade. A globalização, o surgimento de novas tecnologias, como o avanço das telecomunicações e da informática, contribuem para que ocorra mudanças, também, na Educação. A interação professor - aluno vem se tornando muito mais dinâmica nos últimos anos.
O professor tem deixado de ser um mero transmissor de conhecimentos para ser mais um orientador, um estimulador de todos os processos que levam os alunos a construírem seus conceitos, valores, atitudes e habilidades que lhes permitam crescer como pessoas, como cidadãos e futuros trabalhadores, desempenhando uma influência verdadeiramente construtiva.
A Educação deve não apenas formar trabalhadores para as exigências do mercado de trabalho, mas cidadãos críticos capazes de transformar um mercado de exploração em um mercado que valorize uma mercadoria cada vez mais importante: o conhecimento. Dentro deste contexto, é imprescindível proporcionar aos educandos uma compreensão racional do mundo que o cerca, levando-os a um posicionamento de vida isento de preconceitos ou superstições e a uma postura mais adequada em relação a sua participação como indivíduo na sociedade em que vive e do ambiente que ocupa.

O desafio de contribuir com a educação do jovem e do cidadão, num momento de mudanças e incertezas e a necessidade de resgatar valores tão importantes condizentes com a sociedade contemporânea leva o professor a entender que deverá exercer um novo papel, de acordo com os princípios de ensino-aprendizagem adotados, como saber lidar com os erros, estimular a aprendizagem, ajudar os alunos a se organizarem, educar através do ensino, entre outros.
O aluno precisa adquirir habilidades como fazer consultas em livros, entender o que lê, tomar notas, fazer síntese, redigir conclusões, interpretar gráficos e dados, realizar experiências e discutir os resultados obtidos e, ainda, usar instrumentos de medida quando necessário, bem como compreender as relações que existem entre os problemas atuais e o desenvolvimento científico. Isso só será possível, a partir do momento que o professor assumir o seu papel de mediador do processo ensino-aprendizagem, favorecendo a postura reflexiva e investigativa. Desta maneira ele irá colaborar para a construção da autonomia de pensamento e de ação, ampliando a possibilidade de participação social e desenvolvimento mental, capacitando os alunos a exercerem o seu papel de cidadão do mundo.

O modo de entender e agir que nos possibilita não nos deixarmos abater pela adversidade e, até mesmo, de utilizá-la para crescer. Uma das causas do fracasso do ensino é que tradicionalmente, a prática mais comum era aquela em que o professor apresentava o conteúdo partindo de definições, exemplos, demonstração de propriedades, seguidos de exercícios de aprendizagem, fixação e aplicação, pressupondo-se que o aluno aprendia pela reprodução. Considerava-se que uma reprodução correta era evidência de que ocorrera a aprendizagem. Essa prática mostrou-se ineficaz, pois a reprodução correta poderia ser apenas uma simples indicação de que o aluno aprendeu a reproduzir, mas não aprendeu o conteúdo. É necessário saber para ensinar. O professor deve se mostrar competente na sua área de atuação, demonstrando domínio na ciência que se propõe a lecionar, pois do contrário, irá apenas "despejar" os conteúdos "decorados" sobre os alunos, sem lhes dar oportunidade de questionamentos e criticidade.

Adequar a metodologia e os recursos audiovisuais de forma que haja a comunicação com os alunos, é também, uma forma de fazer da aula um momento propício à aprendizagem.
É importantíssimo que o professor tenha, também, competência humana, para que possa valorizar e estimular os alunos, a cada momento do processo ensino-aprendizagem. A motivação é imprescindível para o desenvolvimento do indivíduo, pois bons resultados de aprendizagem só serão possíveis à medida que o professor proporcionar um ambiente de trabalho que estimule o aluno a criar, comparar, discutir, rever, perguntar e ampliar ideias.

Dentro das competências: científica, técnica, humana e política desenvolvidas pelo professor, é essencial propiciar aos alunos condições para o desenvolvimento da capacidade de pensar crítica e logicamente, fornecendo-lhes meios para a resolução dos problemas inerentes aos conteúdos trabalhados interligados ao seu cotidiano, fazendo com que ele compreenda que o estudo é mais do que mera memorização de conceitos e termos científicos transmitidos pelo professor ou encontrados em livros.

É um trabalho em que raciocínio e criatividade são recompensados.

É indispensável dar mais ênfase à aprendizagem do que aos programas e provas como é prática comum em nossas escolas, pois no processo de ensino e aprendizagem, conceitos, ideias e métodos devem ser abordados mediante a exploração de problemas, desenvolvendo competências para a interpretação e resolução dos mesmos. E esta resolução não é um exercício em que o aluno aplica, de forma quase mecânica, uma fórmula ou um processo operatório, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se pode aprender conceitos, procedimentos e atitudes. Para que ocorram essas transformações, tão necessárias, é preciso que o professor demonstre profissionalismo, ética e, acima de tudo, compromisso com o sucesso dos alunos. O compromisso de conduzi-los ao aprendizado. É o desafio para todos os que estão envolvidos em Educação. 

Fonte: UDEMO

Abraço,
Profe. Cíntia Maciel
 

A importância da pesquisa na escola

Os alunos, em sua maioria, não buscam respostas para seus questionamentos acerca de diversos assuntos, quando estão resolvendo exercícios que necessitam de uma pesquisa dentro do texto ficam desanimados e muitas vezes desistem.

A pesquisa pode ser um grande instrumento na construção do conhecimento do aluno, por isso se faz necessário, sempre que possível, que o professor mande algum tema para pesquisa relacionado com o conteúdo, a fim de contribuir na construção da aprendizagem.

Por meio da pesquisa o aluno tem possibilidade de descobrir um mundo diferente, coisas novas, curiosidades. Dessa forma, o professor tem a incumbência de gerenciar e orientar os seus alunos na busca de informações, sua função é disponibilizar referências bibliográficas, oferecendo melhores condições de desenvolvimento da pesquisa. Além de atuar na orientação da construção de textos a partir do material da pesquisa, o professor deve ensinar como retirar as partes mais importantes do conteúdo pesquisado. Outro ponto de grande relevância que o educador deve abordar é a conscientização de que uma pesquisa não é uma mera cópia e sim uma síntese de um conjunto de informações.

A etapa técnico-científico informacional que a humanidade está atravessando e a ascensão dos meios de comunicação tem facilitado o acesso às informações, desse modo, podem ser usados como base de pesquisas: livros, revistas, artigos científicos, enciclopédias, documentários, entrevistas, internet entre outras.

A pesquisa na escola não deve ter apenas o objetivo de ocupar o aluno, de modo que o mesmo não fique sem fazer nada em casa, sua finalidade vai além, formar pessoas curiosas acerca do que se passa no mundo, assim, por meio dessa busca, o conhecimento será construído pelo próprio educando.

Fonte: Brasil Escola

Abraço,
Profe. Cíntia Maciel